
Borboletas sempre passam e nós nem sequer as vimos. É a mania do não importar constante. Mania que você me mostrou ser o oposto de amar. Mas as borboletas começam a voar e cada borboleta ou voo tem seu brilho único. E, agora, qualquer que seja o voo ou a borboleta, vou me lembrar de você infinitas vezes em qualquer lugar. Porque é na pureza da liberdade ou na essência da beleza que eu te encontro. É a força que o amor tem de transformar a vida e o modo de viver. É a mágica de enxergar o que se vê, e sentir o que se passa. Sem você não tem mais graça.