sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Então é Natal

Então, nesse clima tão bonito de Natal. Um clima que consegue juntar todos nós em torno de um objetivo em comum: Festejar, nada melhor para falar do que: Cachorros.



" Inúmeras são as vezes que eu chego em casa cansado, sem nada para falar, apenas querendo ficar parado e olhando o tempo passar. Até que meus cachorros chegam, encostam as suas cabecinhas em meu joelho como se soubessem tudo o que se passa em minha vida. Ficam ali, parados, por quanto tempo eu considerar necessário, a não ser que alguém lhes ofereça comida em um lugar diferente, assumo. Eles vivem no regime da ração mas, todos da casa não resistem aos seus olhares e sempre oferecem um pedaço de carne, bolachas, biscoitos e por aí vai. Esqueci de citar também a festa que fazem quando qualquer membro da família chega. Eles pulam, rodopiam, latem, uivam e até mesmo mordem os nossos calcanhares. É uma recepção que já nos traz alegria. É lindo vê-los correndo pela casa, correr com eles e, principalmente, saber que sempre vão estar ali. Com essa alegria, vontade e respeito. Sim, eles respeitam os nossos sentimentos até mais do que as pessoas que costumamos ver. Os cachorros, pelo menos os meus, me conhecem mais do que muitos amigos. Eles compreendem a alma e respeitam isso. Se estou triste, eles se aquietam e me acompanham. Já quando estou alegre lá estão eles me acompanhando pulando, latindo e sorridentes. É maravilhoso ter essa oportunidade, de contar tudo pra eles, de viver com eles e de compartilhar minhas alegrias e tristezas com os meus, sem dúvidas, melhores amigos. Esses dias me peguei vendo o filme "Marley & me" e não posso dizer o quanto que eu chorei. Me senti na pele de John ao perder o seu melhor amigo. Um amigo que fazia parte da família. Quantos cachorros eu já tive que se foram? Não sei dizer. O quanto eu chorei com a morte de cada um deles? Muito! Mais do que conseguem imaginar. Minha vida sempre foi e sempre será rodeada por essas criaturinhas ambulantes de quatro patas. E eles sempre serão os meus melhores amigos. Até porque, os cachorros não precisam de status, dinheiro e nem nada de abusivo para serem seus amigos. Eles simplesmente estão ali, na porta de casa, sempre um pouco antes de você chegar. E, sempre vão estar. Esses são os cachorros. "

Feliz Natal a todos os meus queridos(as) leitores,
Rafael C. Cotrim.

Obrigado à Gabriela Marques pelo selo que ela me indicou no seu blog

4 comentários:

gabriela marques. disse...

Rafa, adorei seu post de hoje, ainda mais porque eu aprendi a me apaixonar por um cachorro. Sério, eu os detestava, sempre fora amante dos gatos, que são mais no cantinho deles, só vêm para pedir carinho, se esfregando na gente com todo aquele jeito manhosinho. Mas nunca tive um, meu irmão é alérgico e eles costumam soltar muito pelo, e são acostumados a viver dentro de casa.
Tive diversos cachorros na minha vida, mas nunca havia dado bola pra eles. Até que vi a minha última cadela falecer... Achei que ela seria eterna, nunca havia pensado em perdê-la.
Meus pais viajaram, e eu decidi ficar ao lado dela, - me emociono só de escrever. Nunca esquecerei de quanto sofremos - vi ela morrendo aos poucos, se livrando da dor graças aos remédios.
Me lembro como se fosse hoje, mas fazem 9 meses que isso aconteceu.
Ganhei ela já grandinha, estava com 3 anos de vida, era da minha melhor amiga de infância que se mudou pra Pernambuco e a deixou comigo. O sonho do meu pai sempre fora ter um Rotivale, por isso não exitou em criá-la. Até que um dia ela cortou a pata em algum lugar do quintal e o ferimento não sarava de jeito algum. Levamos ela ao veterinário, e descobrimos que ela tinha problema no rim, estava na fase terminal. O veterinário nos deu 3 meses, mas ela durou apenas 3 dias...
Desde então, meu pai nos deu outra cadelinha pra fazer companhia a outra que ficara. Eu tinha duas desde o ínicio, e perdemos a Ponyta.
Se um dia eu perder a Patty, acho sofrerei ainda mais. Esta chora comigo, esta me anima, esta me dá trabalho, me irrita, me estressa, mas eu amo ela. Tenho ela desde filhotinha, a vi crescer.

Li Marley & eu, e passei vergonha, acredita? Estava eu terminando os últimos capítulos na sala de espera do meu curso de inglês. Só dava eu na sala (cheia de gente) chorando de soluçar.
O filme também é lindo, mas o livro é bem mais completo. Sempre o livro é melhor.

Bom Rafa, falei demais, né? Não me conti em lhe contar a história da minha bebezona.
Espero que tenha gostado do selinho.
Feliz Natal a ti e um próspero Ano Novo. Obrigada por seu carinho.
Imenso beijo

Rodrigo disse...

ahhh! é por isso que eu AMO cães! hahaha...
além de Marley e Eu, recomendo "Sempre ao Seu Lado", conhece? Se nunca assistiu, assista!

feliz natal!!!
abraço

Daniel Savio disse...

Eu te entendo bem, pois Botafogo mesmo que me acordando antes do que deveria, eu o amo (por causa do companheirismo que ele tem comigo) =P

E já viu o filme Sempre Ao Teu Lado, acho que vai gostar também.

Feliz natal para ti e as pessoas que você ama.

Fique com Deus, menino Rafael Cotrim.
Um abraço.

Aline V. disse...

Pois é... acho que se as pessoas agissem mais como os cachorros, seriam muito melhores!!!!

Um feliz natal pra vc e sua familia e um ano novo repleto de alegrias e conquistas!!!!

grande beijooooo!!!!

=]